Conexão Magazine

Disrupsom encerra 2025 em alta e consolida selo como um dos mais disputados da nova música brasileira

Emiliano Macedo

Emiliano Macedo

13 de janeiro de 2026

Foto - Divulgação

Com milhões de visualizações, artistas em ascensão e novas apostas anunciadas nesta semana, gravadora projeta um 2026 ainda mais ambicioso


A Disrupsom chega ao fim de 2025 como um dos principais hubs musicais em expansão no Brasil. Fundada em 2022, a gravadora encerra o ano celebrando resultados expressivos de audiência, crescimento orgânico de seus artistas exclusivos e uma posição cada vez mais cobiçada por cantores e compositores que buscam estratégia, identidade e escala no mercado fonográfico atual.


Somente entre janeiro e julho de 2025, a Disrupsom esteve à frente de 53 lançamentos musicais, com destaque para projetos que ultrapassaram fronteiras e ocuparam espaços estratégicos nas plataformas digitais, incluindo mais de 80 inserções em playlists editoriais e ampla repercussão em veículos de mídia e TV.


O casting exclusivo da Disrupsom reflete a diversidade e a força do selo. Massaru, um dos nomes mais consolidados da casa, acumula mais de 70 milhões de streams ao longo da carreira e mantém números robustos nas redes, com +688 mil ouvintes mensais no Spotify e mais de 5 milhões de visualizações mensais em conteúdos digitais, reforçando sua relevância no trap nacional.


Outro destaque é D$ Luqi, que ultrapassa a marca de 100 milhões de streams e encerra o ano com +300 mil ouvintes mensais no Spotify, além de forte engajamento nas redes sociais, consolidando-se como uma das vozes mais potentes do rap contemporâneo.


No funk, Luana Maia segue como fenômeno cultural e digital. A artista soma milhões de seguidores, registra mais de 5,4 milhões de visualizações mensais e alcança picos de até 15 milhões de views em um único vídeo, mostrando a força do catálogo feminino dentro da gravadora.


Nesta semana, a Disrupsom apresentou oficialmente dois novos nomes ao mercado. Alec’, cantor e compositor mineiro, chega ao selo já com números expressivos: são mais de 40 milhões de streams acumulados e cerca de 500 mil ouvintes mensais no Spotify, consolidando uma estética sensível que conecta MPB, indie e pop alternativo.


Já OGCapitu, artista mineira e finalista do reality Nova Cena, da Netflix, amplia a representatividade do casting. A cantora encerra o ano com crescimento constante nas plataformas, ultrapassando 350 mil visualizações mensais em conteúdos digitais, além de consolidar sua presença como uma das vozes emergentes mais relevantes da cena independente.


Com sede em Higienópolis, São Paulo, e estúdio próprio, a Disrupsom vem se posicionando não apenas como gravadora, mas como hub estratégico, oferecendo gestão de carreira, produção musical, marketing e direção criativa. Esse modelo tem atraído cada vez mais artistas interessados em um trabalho estruturado, autoral e conectado às dinâmicas reais do streaming.


Encerrando 2025 com números sólidos, novos talentos anunciados e um catálogo em plena expansão, a Disrupsom já antecipa que 2026 promete ser ainda mais intenso. Novos lançamentos, projetos especiais e movimentações estratégicas estão no radar, reforçando o selo como um dos principais nomes da nova música brasileira e um dos mais desejados por artistas que buscam crescimento consistente no mercado.

Está gostando do conteúdo? Compartilhe!

ÚLTIMAS NOTÍCIAS