As apresentações acontecem no dia 23 de setembro em Curitiba (Teatro Positivo), 26 em São Paulo (Vibra São Paulo) e 29 em Porto Alegre (Auditório Araújo Vianna)
A venda para o público em geral estará disponível a partir do dia 09 de abril, meio-dia
O lendário tenor espanhol José Carreras traz sua turnê mundial de despedida ao Brasil, a Farewell Tour, e anuncia três shows pelo país com a regência de David Giménez. As apresentações acontecem no dia 23 de setembro em Curitiba (Teatro Positivo), 26 de setembro em São Paulo (Vibra São Paulo) e 29 de setembro em Porto Alegre (Auditório Araújo Vianna). A turnê brasileira é uma realização da Infinito Entretenimento e MCA Concerts.
Com um repertório cuidadosamente selecionado e que abrange os momentos mais marcantes de sua carreira, irá interpretar árias de ópera famosas, clássicos da música popular e suas canções mais renomadas.
Ingressos: A venda de ingressos para o público em geral estará disponível a partir do dia 09 de abril, às 12h online e nas bilheterias oficiais (mais informações abaixo no serviço).
Sobre José Carreras
José Carreras ocupa uma posição privilegiada no mundo da música. Nascido em Barcelona, estudou música em sua cidade natal. Em 1970, iniciou sua carreira profissional no Gran Teatre del Liceu de Barcelona, interpretando Nabuco e Lucrécia Borgia. Sua meteórica carreira musical resultou em estreias precoces nos mais prestigiados teatros e festivais de ópera do mundo, incluindo o Théâtre alla Scala de Milão; o Metropolitan Opera House de Nova York; a Ópera de São Francisco; a Ópera Estatal de Viena; a Royal Opera House de Londres; a Ópera de Munique; a Lyric Opera de Chicago; e os festivais de Salzburgo; Aix-en-Provence; Edimburgo e Verona.
José Carreras colaborou com os mais conceituados maestros de orquestra, incluindo Herbert von Karajan (uma relação artística e pessoal que durou mais de doze anos e incluiu actuações em Salzburgo, Berlim e Viena), Claudio Abbado, Riccardo Muti, Lorin Maazel, Riccardo Chailly, Colin Davis, Giuseppe Sinopoli, James Levine, Carlo Maria Giulini, Leonard Bernstein e Zubin Metha, e com encenadores de destaque como: Franco Zeffirelli, Jean Pierre Ponnelle, Giorgio Strehler, Luigi Comencini e Harold Prince.
Sua extensa discografia inclui mais de 150 gravações, notadamente 50 óperas completas, oratórios, recitais populares e clássicos. Ele recebeu inúmeros discos de ouro e platina em todo o mundo.
O seu repertório inclui mais de sessenta óperas, das quais se destacam: Andrea Chenier, La Bohème, Tosca, Werther, Don Carlo, Carmen, La Forza del Destino, I Pagliacci, L’Elisir d’Amore e Un Ballo in Maschera.
José Carreras interpretou o papel principal em diversos filmes operísticos para televisão, cinema e vídeo. Paralelamente às suas atividades operísticas, apresentou-se frequentemente em recitais nas salas de concerto mais famosas do mundo. Apresentou-se no Carnegie Hall e no Avery Fisher Hall, em Nova Iorque; no Royal Festival Hall, no Barbican e no Royal Albert Hall, em Londres; na Salle Pleyel, em Paris; no Musikverein e no Konzerthaus, em Viena; na Filarmônica de Berlim, no Suntory Hall e no NHK Hall, em Tóquio; no Grosses Festspielhaus, em Salzburgo; na Filarmônica e no Hercules Saal, em Munique; no Palau de la Música, em Barcelona; no Teatro Real, em Madrid; e na Accademia Santa Cecilia, em Roma. Seu vasto repertório de concertos inclui mais de 600 obras dos mais diversos estilos, que vão do barroco à música contemporânea.
Entre os inúmeros prêmios e distinções nacionais e internacionais que foram concedido a José Carreras, há o Grand Prix du Disque da Academia de Paris; o Prêmio Luigi Illica; um Grammy Award de 1991; o Prêmio Sir Lawrence Olivier por sua performance em “Stiffelio” na Royal Opera House, Covent Garden; Kammersänger e Membro Honorário Vitalício do Staatsoper de Viena; Membro Honorário do Royal London Academia de Música, além de muitas outras premiações e condecorações.
Em 1992, José Carreras foi contratado como diretor musical dos Jogos Olímpicos realizados em Barcelona. Em “Os Três Tenores”, Carreras fez parte do projeto lendário ao lado de seus colegas Plácido Domingo e Luciano Pavarotti. Desde 1988, preside com total dedicação e entusiasmo o José Carreras Fundação Internacional da Leucemia estabelecida em Barcelona, com filiais nos Estados Unidos, Suíça e Alemanha.
Sobre David Giménez
Nascido em Barcelona, David Giménez estudou piano e composição no Conservatório del Liceu, em sua cidade natal. Posteriormente, especializou-se em regência na Hochschule für Musik de Viena com Karl Österreicher e na Royal Academy of Music de Londres com Sir Colin Davis.
Desde sua estreia com a Orquestra NDR de Hannover em 1994, apresentou-se em todo o mundo, regendo as orquestras e solistas mais importantes em salas de concerto como o Royal Albert Hall, a Filarmônica de Berlim, a Salle Pleyel, o Konzerthaus de Viena, o Suntory Hall de Tóquio e o Carnegie Hall e o Avery Fisher Hall de Nova York. Ao longo de sua carreira, David Giménez regeu orquestras como a Filarmônica de Viena, a Sinfônica de Londres, a Philharmonia, a Filarmônica de Munique, a Orquestra de Paris e a Filarmônica da Scala.
A ópera ocupa um lugar importante na agenda de apresentações do Maestro Giménez. Apresentou um vasto repertório operístico em teatros como o Teatro alla Scala, a Staatsoper de Viena, a Royal Opera House de Covent Garden, a Ópera de Zurique, a Deutsche Oper de Berlim, o Théâtre du Champs Elysées, a Ópera de Washington, o Gran Teatre del Liceu de Barcelona, o Teatro Real de Madrid ou a Ópera de Sydney.
Com um excepcional conhecimento de vozes, o Maestro Giménez colabora regularmente com cantores como José Carreras, Plácido Domingo, Anna Netrebko, Angela Gheorghiu, Roberto Alagna, José Cura, Bryn Terfel, Joseph Calleja e Charles Castronovo.
O Maestro Giménez também fez parte do júri de vários concursos, como o concurso de canto Verdi em Parma, Operalia e o concurso de composição Reina Sofia em Madrid. Em 2022, tornou-se Diretor Artístico do Festival Sons de Oradea, em Oradea, Romênia, e em 2024, Maestro Titular da Filarmônica Podkarpacka, em Rzeszów, Polônia.
Nesta temporada, o Maestro Giménez apresentou-se, entre outros, nos pódios da Orquestra Filarmônica Real, da Orquestra Nacional da Bélgica, da Orquestra da Arena de Verona, da Orquestra Sinfônica Nacional da RAI, da Orquestra da Île-de-France, em Paris, e da Orquestra de Barcelona.
No campo da ópera, inaugurou recentemente a temporada da Ópera de Barcelona (Gran Teatre del Liceu) com uma série de concertos em homenagem a Giuseppe Verdi e foi escolhido como diretor musical da nova ópera El Juez, composta por Christian Kolonovits, que teve sua estreia mundial em Bilbao e no Festival Erl, na Áustria. O Maestro Giménez também fez sua estreia no novo Teatro Mariinsky em São Petersburgo e no Theater an der Wien com esta ópera.
Outros destaques recentes incluem produções de ópera como La Traviata, La Sonnambula e Carmen (Ópera de Sofia e Ópera de Las Palmas). O Maestro Giménez também se apresentou em diversos concertos ao redor do mundo na turnê de despedida de José Carreras e na recente turnê de Roberto Alagna na França e na Bélgica.
As gravações do Maestro David Giménez incluem obras para a Decca, BMG Classics, Koch-Schwann, Erato e Discmedi.




































