Depois de três temporadas de sucesso no Rio de Janeiro e um fim de semana em São Paulo, “O dinossauro de plástico”, monólogo sobre neuroses cotidianas, estrelado por Rafael Saraiva, com texto de Gustavo Vilela e direção de Barbara Duvivier, retorna ao Rio de Janeiro para uma única apresentação no dia 8 de agosto. Esta sessão integra a mostra Nova Cena, dedicada aos jovens talentos e novos criadores, da 2ª edição do Festival de Teatro do Rio.
Rafael atuou em “Chico Bento e a Goiabeira Maraviosa”, com direção de Fernando Fraiha, como Seu Leocádio, pai de Zé Lelé – eleito Melhor Longa Metragem Infantil- no Prêmio Grande Otelo 2025. Agora em julho, o ator filma uma nova saga sobre o Universo do Chico Bento. Rafael também foi Zé Minhoca no filme “O Diário de Pilar na Amazônia”, dirigido por Eduardo Vaisman e Rodrigo Van Der Put, onde interpretou um dos vilões ao lado de Marcelo Adnet, Babu Santana e Emílio Dantas. Segundo Rafael, “Zé Minhoca é o palhaço do filme, um fofo. O vilão atrapalhado que tem humor”. O longa estreou em janeiro e foi a grande diversão da criançada nas férias.
Ele também esteve nos longas “Ciclo”, dirigido por Ian SBF, “Doidas e Santas”, direção de Paulo Thiago, “Desculpe o Transtorno”, dirigido por Tomás Portella, além do curta-metragem infantil “Souvernirs de Verão”. Atualmente, Rafael tem trabalhado bastante no cinema. De outubro para cá, filmou “O Grampo”, dirigido por Luciano Moura, “Verão da Lata”, com direção de Santiago Dellape, e “Bolão da Firma”, dirigido por João Gomez. Todos estes longas inéditos são voltados para o público adulto.
O ator tem um currículo de peso tanto no teatro como no audiovisual. Sua trajetória na arte começou aos 12 anos. Ator, comediante e roteirista cursou O Tablado durante sete anos. Integrou o elenco de “Paz Sem Rosto”, espetáculo realizado no teatro O Tablado em 2015, que foi convidado a se apresentar, e venceu, o Festival “Kids on Stage” no Centro Europeu das Artes – Hellerau, na Alemanha. Em 2022, foi um dos protagonistas da peça “O Cálice”, cujo elenco foi indicado ao Prêmio Aptr 2023, na categoria Jovens Talentos, dirigida por Cacá Mourthé, que também dirigiu Rafael em “Camaleão e as Batatas Mágicas” e “O Boi e o Burro no Caminho de Belém”. Em 2022, o ator protagonizou “Anísio e a Devoradora de Livros”, peça infantil baseada na vida de Anísio Teixeira, de Leila Meirelles e João Sant’Anna.
Ainda no palco, apresentou o espetáculo de improviso “Presentes”, ao lado do ator Samuel Valladares, entre agosto de 2023 e abril de 2025. Com “Quebra-Cabeça: em busca da peça que falta”, espetáculo de improviso para o público infantil, realizado em 2024 e 2025, venceu na categoria Melhor Elenco do 10° Prêmio do Centro Brasileiro Teatro para a Infância e Juventude (CBTIJ), ao lado de Samuel, Clarice Sauma, Joana Castro e Rafael Oliveira. A peça também ganhou o Prêmio APTR (Associação dos Produtores de Teatro do Rio de Janeiro) na categoria de Melhor Peça Infantil. O ator integra ainda o elenco do espetáculo “Portátil”, dirigido por Barbara Duvivier.
No streaming/ tv, participou de diversos programas de humor como, por exemplo, “Portugal Show”, “Cosme e Damião Quase Santos”, “Volte Sempre”, a série “Encantados”, e “Choque de Cultura”. Atuou ainda no longa “Quem é morto sempre aparece”, dos Estúdios Globo, protagonizado por Marcus Majella, que conta com Luiz Fernando Guimarães no elenco. E Rafael também integrou o elenco da série “A Vida Pela Frente”, e da novela “No Rancho Fundo” (2024), onde interpretou o poeta Guilherme Tell.
No Porta dos Fundos, lançou o projeto autoral, chamado “Paulinho, o Virgem”, em 2025, realizado no celular, com amigos. Também no Porta, apresentou, junto com Caito Mainier, um dos programas de maior sucesso do hub de entretenimento, que já rendeu até uma nota 10, chamado Vrau Cast, onde a dupla satiriza podcasts. E, durante a Copa do Mundo, esteve no programa “Aquele Campeonato”, ao lado de Tino Marcos, Marcelo Adnet, Valen Bandeira e Leandro Ramos.
Com mais de 400 mil seguidores nas redes, o ator é conhecido por desenvolver vídeos para internet, que já ultrapassaram a marca de cem milhões de visualizações, e por criar personagens como o “Cria do Leblon” e “O homem mais bonito do Brasil” que fazem muito sucesso nas Redes Sociais. “Eu estou muito feliz com esse momento da carreira em que tantas ramificações e em tantas plataformas eu posso trabalhar, seja internet, televisão, cinema ou teatro. Isso é uma raridade! Então me sinto muito privilegiado de ser um artista com tantas portas abertas e portas dos fundos!”, conclui o ator.































