Depois de transformar uma composição criada na sala de casa em um dos maiores impulsos de sua carreira, as gêmeas catarinenses Amanda & Manu revisitam a origem de “Maré” no videoclipe da canção, já disponível no YouTube. Gravado na Praia do Estaleiro, em Balneário Camboriú (SC), o material encerra o clico do single, que contou com a chegada de milhares de novos fãs e até a experiência especial de dividir o palco com o cantor Armandinho. Em entrevista exclusiva ao Conexão Magazine, as irmãs que ganharam maior projeção participando do Canta Comigo (RecordTV) contam mais detalhes sobre o projeto e o impacto do vídeo viral. Confira:
Conexão Magazine: Como surgiu a canção “Maré”? Como foi que perceberam essa viralização?
Amanda & Manu – A canção surgiu de uma ideia de vídeo para as redes sociais onde sorteamos uma palavra, e, com base nela, escrevemos a música. A palavra sorteada foi “deriva”, usamos palavras e elementos relacionados ao mar para fazer uma metáfora com a vida, e assim surgiu “Maré”. Já tínhamos gravado um vídeo parecido que também tinha ido bem e resolvemos fazer de novo. Só que, dessa vez, os números foram bem mais expressivos, várias pessoas chegaram até a gente por meio desse vídeo, pedindo o lançamento de “Maré”. Atualmente, o vídeo está com quase 450 mil visualizações.
C – Como tem sido a receptividade do público com essa canção e a viralização? Quais mensagens mais recebem?
A&M – Tem sido incrível! Cada dia “Maré” chega em mais lugares, e muitas pessoas nos mandam mensagens contando que chegaram até nós através dessa canção, ou até mesmo contando histórias de como a música já marcou a vida delas ou as ajudou superar algo difícil.
C – Agora, essa canção ganhou clipe. Como trouxeram a essência dessa música para o audiovisual?
A&M – A ideia do clipe foi gravar na praia por conta do nome “Maré”, mas também queríamos fazer algo que lembrasse como a música surgiu. Então montamos um cenário que lembrava uma sala de casa, que foi onde compomos a música no vídeo que viralizou, pra remeter a essência da canção.

C – Como aconteceu o encontro com o Armandinho e como foi cantar com ele? Quais músicas cantaram juntos?
A&M – Estávamos em uma festa de aniversário da pousada Recanto do Xamã, na Praia do Rosa, onde nossos amigos da banda Maipê faziam um show e nos convidaram para cantar com eles. Durante a apresentação, o Armandinho, que também estava entre os convidados e é amigo da banda, ouviu a gente tocando, subiu ao palco e dividiu “Analu”, “Rosa Norte” e “Eu sou do mar” conosco. Foi um momento muito especial, porque crescemos ouvindo as músicas dele, influenciadas pelos nossos pais, fomos a muitos shows ao longo da vida e sempre sonhamos em compartilhar esse palco. Viver isso de forma tão espontânea foi emocionante e nos deixou muito gratas.
C – Além do Armandinho, quais são as principais influências musicais de vocês?
A&M – Nossas influências musicais transitam por diferentes estilos e nacionalidades. Muitas delas nos acompanham desde a infância, como Armandinho, Sandy, Djavan, Skank, Chimarruts e Jota Quest. Com o passar dos anos, conforme fomos descobrindo o que gostamos de cantar, tocar e ouvir, outras referências também passaram a fazer parte da nossa trajetória, entre elas Vitor Kley, Lagum, Melim, Tiago Iorc, Anavitória, Gal Costa, Joyce Alane, Olivia Dean, Wild Rivers, Niall Horan, Justin Bieber e tantos outros artistas que seguem inspirando a nossa forma de fazer música.
C – Para o público que está conhecendo a dupla agora, como vocês se apresentariam? O que podem aguardar desse projeto?
A&M – Nos apresentaríamos como artistas brasileiras que fazem um pop nacional leve, com fortes referências da MPB. Com melodias suaves e letras cheias de sentimento, que carregam propósito e mensagens positivas, nosso objetivo é levar ao público nossa visão sobre a vida, experiências e sonhos, e nossa sensibilidade com a natureza.




































