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Faustino da Rosa Júnior lança O Brasileiro e o Dinheiro, sua obra mais ambiciosa

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Redação CM

10 de setembro de 2026

Novo livro do advogado tributarista, empreendedor digital, investidor imobiliário e escritor best-seller propõe uma interpretação genuinamente brasileira sobre dinheiro e chega ao mercado com a ambição de ocupar o espaço conquistado por fenômenos internacionais das finanças pessoais

O advogado tributarista, empreendedor digital, investidor imobiliário e escritor best-seller Faustino da Rosa Júnior lança O Brasileiro e o Dinheiro, sua obra mais ambiciosa destinada ao grande público. Publicado pela Actual, selo do Grupo Editorial Alta Books, o livro chega às livrarias depois de registrar forte desempenho ainda durante a pré-venda na Amazon e será apresentado oficialmente aos leitores em evento de lançamento e sessão de autógrafos na Livraria do Mall.

Com 25 capítulos e 260 páginas, O Brasileiro e o Dinheiro parte de uma pergunta aparentemente simples: por que o brasileiro tem tanta dificuldade de poupar, investir e construir patrimônio? Para respondê-la, Faustino atravessa quatro séculos de história e reúne em uma mesma análise história econômica, cultura brasileira, neurociência, comportamento financeiro, sistema tributário e construção patrimonial.

A ambição é ocupar no mercado brasileiro um espaço semelhante ao conquistado nos últimos anos por fenômenos internacionais de finanças comportamentais, especialmente A Psicologia Financeira, de Morgan Housel, mas partindo de uma premissa diferente: não é possível compreender a relação do brasileiro com o dinheiro aplicando simplesmente teorias construídas a partir da experiência econômica, social e cultural norte-americana.

“Eu queria escrever o livro sobre dinheiro que somente um brasileiro poderia escrever para outro brasileiro. Nossa relação com patrimônio, dívida, consumo, poupança, Estado e risco foi construída por acontecimentos que não existem na experiência norte-americana. O brasileiro passou pela hiperinflação, pelo confisco da poupança, por sucessivas mudanças de moeda, por juros historicamente elevados e por uma estrutura tributária que influencia profundamente suas decisões econômicas. Não existe psicologia financeira brasileira sem compreender o Brasil”, afirma Faustino da Rosa Júnior.

Um livro sobre dinheiro que começa antes do dinheiro

A principal tese de O Brasileiro e o Dinheiro é que o comportamento financeiro do brasileiro não pode ser explicado simplesmente por falta de disciplina ou educação financeira. Para Faustino, existe uma herança coletiva que condiciona a forma como diferentes gerações aprenderam a consumir, poupar, investir, assumir riscos e enxergar o futuro.

O autor organiza essa interpretação a partir de quatro dimensões que se cruzam permanentemente. A primeira é histórica e passa pela formação econômica brasileira, pela instabilidade monetária, pela hiperinflação e pelo trauma do confisco da poupança. A segunda é cultural e procura compreender como características da própria sociedade brasileira influenciaram nossa relação com patrimônio, família, consumo e dinheiro.

A terceira dimensão é estrutural e analisa o peso do Estado, da tributação, do sistema financeiro, do crédito e dos incentivos econômicos sobre as escolhas individuais. A quarta é neurológica e comportamental, investigando como escassez, estresse financeiro, ansiedade, gratificação imediata e vieses cognitivos interferem concretamente na capacidade de tomar decisões de longo prazo.

O resultado é uma interpretação na qual história, cultura, economia, Direito Tributário e neurociência deixam de aparecer como assuntos independentes e passam a explicar conjuntamente por que determinados comportamentos financeiros se repetem no Brasil geração após geração.

“O grande erro de boa parte da literatura financeira é começar dizendo ao leitor o que ele deve fazer antes de explicar por que ele faz o que faz. É muito fácil mandar alguém economizar, investir e controlar os impulsos. A questão realmente interessante é descobrir por que milhões de pessoas inteligentes repetem os mesmos comportamentos financeiros. Quando você compreende as causas, finalmente consegue construir soluções”, explica o autor.

A obra mais ambiciosa de Faustino da Rosa Júnior

Faustino define O Brasileiro e o Dinheiro como a obra mais ambiciosa que já escreveu para o público amplo. A razão está justamente na tentativa de atravessar fronteiras que normalmente separam áreas distintas do conhecimento.

Advogado tributarista há mais de duas décadas, empreendedor digital e investidor imobiliário, o escritor transporta para o livro experiências acumuladas acompanhando empresários, profissionais liberais, investidores e famílias na tomada de decisões tributárias, empresariais e patrimoniais.

Essa experiência prática é combinada com uma investigação da formação econômica e cultural brasileira. O livro percorre acontecimentos que ajudaram a formar a memória financeira nacional e chega às transformações atuais da economia, do sistema financeiro e da tributação.

Em vez de apresentar uma coleção de regras universais sobre dinheiro, Faustino procura construir uma teoria sobre como o brasileiro pensa financeiramente e, a partir dela, apresentar caminhos concretos para romper padrões históricos.

O brasileiro precisa de sua própria psicologia financeira

A proposta editorial coloca O Brasileiro e o Dinheiro em diálogo direto com uma das categorias de maior sucesso do mercado editorial contemporâneo: os livros de psicologia e comportamento financeiro.

Mas Faustino pretende avançar sobre um território pouco explorado pelas obras internacionais. Enquanto best-sellers estrangeiros procuram identificar comportamentos humanos universais diante do dinheiro, O Brasileiro e o Dinheiro acrescenta uma variável considerada indispensável pelo autor: o lugar onde esse comportamento foi formado.

Um americano que cresceu em uma moeda relativamente estável e um brasileiro que assistiu seus pais correrem ao supermercado antes que os preços fossem remarcados podem conhecer a mesma matemática financeira, mas carregam memórias econômicas diferentes. Da mesma forma, famílias que presenciaram o bloqueio de recursos financeiros durante o Plano Collor desenvolveram uma relação com instituições, poupança e Estado difícil de explicar apenas por meio de teorias universais sobre aversão ao risco.

É justamente nesse ponto que o novo livro pretende disputar o espaço ocupado por A Psicologia Financeira e por outros fenômenos internacionais do gênero. A proposta não é simplesmente reproduzir para o público brasileiro uma fórmula estrangeira de sucesso, mas apresentar uma teoria financeira construída a partir da própria experiência brasileira.

A comparação possui ainda um componente simbólico na trajetória editorial de Faustino. Outra obra do escritor, Direito Tributário Digital: A Mentalidade Milionária Fiscal do Marketing Digital, já alcançou o primeiro lugar do ranking Nielsen-PublishNews de livros mais vendidos, ficando justamente à frente de A Psicologia Financeira. Agora, com um livro desenvolvido especificamente para o grande público, Faustino pretende disputar diretamente o território das finanças pessoais e comportamentais.

“Eu respeito profundamente os grandes livros internacionais sobre dinheiro, mas chegou a hora de o brasileiro deixar de ser apenas consumidor de interpretações estrangeiras sobre a própria vida financeira. Nós precisamos construir nossa própria literatura, nossas próprias categorias e nossas próprias respostas. O Brasileiro e o Dinheiro nasceu com essa ambição”, afirma.

Da culpa à causalidade

Uma das principais rupturas propostas pelo livro está na substituição daquilo que Faustino chama de narrativa da culpa por uma narrativa de causalidade.

A dificuldade financeira individual, segundo o autor, não deve ser romantizada ou transformada em justificativa para ausência de responsabilidade pessoal. Entretanto, atribuir todo problema financeiro exclusivamente à falta de disciplina ignora fatores históricos, culturais e estruturais que influenciam as decisões.

Compreender essas causas permite que o indivíduo passe a construir mecanismos para enfrentá-las. Automatizar investimentos, estruturar reservas, compreender tributação, administrar crédito, reconhecer vieses cognitivos e estabelecer planejamento patrimonial passam a funcionar como respostas conscientes a comportamentos cuja origem foi previamente identificada.

É desse raciocínio que nasce outro conceito central da obra: a Educação Financeira Nerd, proposta pelo autor como uma metodologia rigorosa, prática, acessível e genuinamente brasileira para compreender e transformar a relação com o dinheiro.

O conceito dialoga com o Método NERD desenvolvido por Faustino da Rosa Júnior e transporta para as finanças pessoais uma filosofia baseada em conhecimento, estratégia, disciplina e capacidade de execução.

Sucesso começa antes de chegar às livrarias

Antes mesmo do lançamento oficial, O Brasileiro e o Dinheiro começou a demonstrar força comercial. A procura registrada durante a pré-venda na Amazon colocou o novo título em evidência antes de sua chegada física às livrarias e ampliou as expectativas em torno de seu desempenho no mercado editorial.

O lançamento oficial na Livraria do Mall marca agora o primeiro encontro presencial entre Faustino da Rosa Júnior e os leitores desta nova obra, com sessão de autógrafos e apresentação do projeto que o autor considera o mais abrangente de sua produção voltada ao grande público.

O livro chega ainda respaldado pela trajetória editorial de Faustino, que já alcançou posições de liderança nas listas nacionais de mais vendidos e expandiu sua produção nos últimos anos para além do Direito Tributário, avançando sobre empreendedorismo, economia digital, desenvolvimento pessoal e comportamento financeiro.

Para o escritor, porém, o tamanho da aposta em O Brasileiro e o Dinheiro está menos na expectativa comercial do que na possibilidade de criar uma categoria própria.

“Minha maior ambição não é escrever mais um livro de finanças pessoais. É ajudar a construir uma forma brasileira de pensar o dinheiro. Se conseguirmos compreender de onde vieram nossos comportamentos, podemos decidir conscientemente quais deles queremos levar para as próximas gerações e quais precisam terminar conosco”, afirma Faustino.

*Brasilidade não é destino*

Ao longo dos 25 capítulos, O Brasileiro e o Dinheiro conduz o leitor da formação econômica do país às decisões financeiras do cotidiano. A trajetória passa pela economia colonial, pelas características culturais brasileiras, pela inflação, pelo confisco, pelo crédito, pela tributação, pelo endividamento, pela neurociência da escassez e, finalmente, pela construção gradual de patrimônio.

O diagnóstico, entretanto, não é determinista. Reconhecer que determinadas escolhas possuem raízes históricas e culturais não significa aceitar que devam continuar sendo reproduzidas.

Essa talvez seja a principal diferença entre a proposta de Faustino e os manuais tradicionais de enriquecimento. Antes de apresentar ao leitor uma fórmula para o futuro, O Brasileiro e o Dinheiro procura explicar o passado que continua influenciando suas decisões no presente.

A mensagem que encerra essa construção é também uma das sínteses da obra: brasilidade não é destino, é ponto de partida.

Com o sucesso da pré-venda e o lançamento na Livraria do Mall, Faustino da Rosa Júnior coloca no mercado aquela que define como sua obra mais ambiciosa e assume uma aposta editorial igualmente ambiciosa: fazer com que o brasileiro deixe de procurar apenas em livros estrangeiros as respostas para sua relação com o dinheiro e passe a encontrar, em sua própria história, as ferramentas para construir uma relação diferente com patrimônio, investimento e futuro.

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