O tempo, o amadurecimento e a relação com as próprias experiências são alguns dos elementos que marcam a nova fase de O Juh. O cantor apresenta “Amor Maior”, composição escrita quando tinha 19 anos, e “Uma Noite”, faixa que explora uma sonoridade mais intensa e sensual. Juntas, as músicas revelam diferentes aspectos de sua identidade e representam um novo capítulo na construção de sua carreira solo.
Para O Juh, o lançamento de “Amor Maior” tem um significado especial justamente por resgatar uma composição que permaneceu guardada durante anos. A decisão de apresentá-la agora está relacionada ao momento que vive como artista e à maneira como passou a enxergar sua própria trajetória.
“‘Amor Maior’ é uma música que compus quando tinha 19 anos e que sempre esperei pelo momento certo para lançar. De alguma forma, ela precisava esperar esse momento da minha vida”, explica.
A faixa chega acompanhada de “Uma Noite”, que apresenta uma abordagem diferente e revela novas possibilidades dentro de seu repertório. Com um beat mais pesado, elementos orgânicos e maior exploração vocal, a música mostra um artista disposto a experimentar e ampliar os limites de sua sonoridade.
As duas canções também refletem o amadurecimento de quem iniciou a carreira solo há cerca de cinco anos, depois de uma trajetória ligada ao rock e ao metal. Desde então, O Juh vem explorando o pop e construindo uma identidade que reúne diferentes referências musicais e experiências pessoais.
A nova fase também funciona como preparação para o primeiro álbum de estúdio do cantor. Antes da chegada do disco, outros três lançamentos estão previstos, cada um contribuindo para a narrativa que o artista pretende desenvolver ao longo do projeto.
“Eu venho construindo esse álbum há muito tempo, através de singles e pequenos lançamentos, e agora sinto que a trajetória está realmente sendo escrita. É um momento muito especial porque passei anos me descobrindo artisticamente, entendendo minhas referências e me permitindo experimentar. O álbum representa tudo isso”, afirma.




































