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UNNA X transforma manifestação em pista de dança no single “juro”

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Redação CM

14 de agosto de 2026

Desejar, afirmar e agir. É a partir dessa sequência que UNNA X constrói “juro”, single que acaba de chegar às plataformas digitais. Misturando dance, pop e música eletrônica, a cantora transforma o conceito de manifestação em uma faixa sobre autoconfiança e construção do próprio futuro.

A música tem produção de Los Brasileros e Gondim e foi composta por UNNA ao lado de Chum e Fraga. O lançamento encerra as prévias de “era eu que me faltava”, primeiro álbum da artista.

“Quando você escreve um sonho, canta sobre ele ou fala dele com convicção, está dando um passo para torná-lo real”, explica UNNA.

Na canção, a artista não fala sobre aquilo que deixou para trás. O foco está no futuro que ainda pretende viver, interpretado com a certeza de quem já tomou a decisão de construí-lo.

Pensamento precisa virar movimento

“juro” utiliza a manifestação como ponto de partida, mas não apresenta o pensamento positivo como suficiente. Para UNNA, visualizar uma conquista só produz mudanças quando é acompanhado por escolhas, trabalho e movimento.

“É sobre confiar em si mesmo antes que qualquer outra pessoa confie. A música fala daquilo que eu ainda quero viver, mas com a convicção de quem já decidiu seguir esse caminho”, afirma.

Essa segurança também aparece na produção musical. As batidas eletrônicas e a atmosfera dançante acompanham uma interpretação que passa pelo desejo, pela euforia e pela certeza.

O resultado funciona como uma declaração pessoal, mas evita o formato de balada confessional. UNNA leva a reflexão para a pista de dança e transforma vulnerabilidade em impulso.

Nova fase após o “Estrela da Casa”

O lançamento acontece depois da participação da cantora na primeira edição do “Estrela da Casa”, reality musical da TV Globo. Representante do pop eletrônico no programa, UNNA chegou à final e conquistou a terceira colocação.

A experiência ampliou sua projeção nacional e permitiu que o público conhecesse sua versatilidade como intérprete. Agora, a artista volta a atenção para o repertório autoral e para a apresentação de uma identidade que pretende integrar música, imagem, moda e performance.

“juro” ocupa uma posição importante nessa transição. A faixa encerra o período de apresentação gradual do primeiro álbum e prepara o público para conhecer o projeto completo.

“Era eu que me faltava”

Com dez músicas, “era eu que me faltava” está nos ajustes finais e será guiado pelo dance, pela música eletrônica e por diferentes possibilidades do pop.

O título sintetiza o processo pessoal vivido por UNNA durante a criação. Depois de buscar respostas, referências e validações externas, a cantora percebeu que a principal presença ausente em sua história era ela mesma.

O repertório acompanha esse movimento de reencontro, autonomia e reconstrução. Se o álbum parte da descoberta da própria identidade, “juro” aponta para o passo seguinte: reconhecer os desejos e assumir responsabilidade pelo futuro.

A era também será levada aos palcos em um show imersivo inspirado no chamado “universo azul” da artista. O conceito deverá reunir repertório, figurinos, cenografia e elementos audiovisuais.

Trajetória construída entre palcos

Antes da projeção conquistada na televisão, UNNA já havia se apresentado no Brazilian Day, passado pelo festival SXSW e aberto shows do rapper Hungria.

A cantora também trabalhou com profissionais como Mark Needham, conhecido por projetos com artistas como The Killers e Fleetwood Mac; John Young; e o produtor Vinny Venditto.

Cantando e compondo em português, inglês e espanhol, UNNA reúne essas experiências na construção de um pop eletrônico voltado para o presente e para a consolidação de sua identidade no Brasil.

Em “juro”, ela não espera que alguém confirme suas escolhas. Antes do lançamento de seu primeiro álbum, UNNA X transforma aquilo que deseja em uma promessa feita para si mesma.

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